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26 de nov de 2014

Evoluindo com mais Materiais

Para os iniciantes que pensam que só é possível desenhar com materiais importados, ou que existe lápis mágico é porque não dedica seu tempo ao domínio das técnicas e nem procura tirar o máximo de potencial de cada ferramenta. De 2002 a 2009 desenhei usando lapiseira polly 0,5 com grafite sem marca HB e papel comum. Veja um dos primeiros desenhos que fiz.
Em 2006 ainda com mesmo material refiz o desenho da mesma foto, perceba a diferença. O que mudou não foi o material, mas a técnica que desenvolvi.

Em 2009 ainda com o mesmo material, foi a última vez que usava a tal lapiseira que já não funcionava mais.

Em 2010 procurei uma borracha melhor, lapiseiras com grafite HB, B e 2B, lupa pra ver mais detalhes e papel higiênico para usar como esfuminho e suavisar os riscos do lápis. Até então usava os dedos. E a grade de quadriculados para fazer a proporção.
Veja como o domínio da luz e sombra muda o nível, o uso da borracha cortada com estilete para fazer reflexos e brilhos. Sombreado suave sem riscos e contraste de tons diferentes.

Em 2010 ganhei lápis faber de graduações HB, 2B, 4B e 6B, esfuminho, caneta borracha, papel canson 140g/m² A4 e A3, passei então a oferecer desenhos maóires, antes só aceitava encomendas em papel A4 pela dificuldade de encontrar outros formatos.
A possibilidade do uso de vários lápis eliminava erros e marcas de pressão, como feitos com lápis escolar comum, onde para conseguir um tom escuro riscava várias vezes deixando o papel ondulado de tanto pressionar. O uso do esfuminho e também pinceis, suavizar os traços e dão o efeito atmosférico e realista, aliados a borracha com suporte mais prático e preciso nos efeitos de luz. A lapiseira 0,7 com grafite 2B produzia um preto mais intenso do que a 0,5.

Agora adicionava o pó de grafite, retirando a mina de grafite de cotocos de lápis 6B e uso de pincel de maquiagem para fazer fundos suaves e sem riscos.
Em 2011 iniciava a produção de desenhos com lápis de cor, uma técnica muito diferente do grafite onde as possibilidades de combinações de cores são infinitas. Creio que me sai bem pra um primeiro desenho e que a prática me traria domínio como no grafite. Usava então lápis faber de 48 cores.
Passei a usar também verniz fosco para conservar, evitar borrões e tirar o aspecto de brilho do grafite.
Em 2012 comprei os famosos lápis azuis e laranjas para ver o que tão de especial eles tinham.

Os Staedtler são muito macios e fáceis de apontar, sombreado suave. Gostei muito.
Já os da koh-i-noor são mas secos e duros, com excessão do integral 9B, muito bom por sinal para fundo chapado escuro, sombreado fica opaco sem aquele brilho do grafite.

Hoje uso vários materiais nacionais e importados, mas como vimos nada te impede de usar o que tem em mãos para desenhar. Pratique bastante e vai buscando sempre evoluir e adquirir novos materiais. Peça de presente, viagem e procure uma boa papelaria e faça a festa, ou melhor, Arte.

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